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Estudantes alertam população sobre doenças transmitidas por pombos

CUIDADO - Alunos da General Gurjão dão dicas de como conviver com esses pássaros

Alunos, técnicos e professores da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio General Gurjão, localizada na Rua Ângelo Custódio, na Cidade Velha, fizeram na manhã de ontem uma caminhada, com o objetivo de esclarecer aos moradores do bairro sobre os riscos que os pombos oferecem à saúde dos seres humanos. Sem nenhum interesse de promover a exterminação do animal, protegido pela legislação ambiental brasileira, a mobilização visou reduzir a presença desses animais em áreas urbanas, por conta das doenças que eles podem causar, entre elas, as que afetam o sistema nervoso central e as respiratórias.

A diretora da instituição de ensino, Jorgina Barros, explica que a manifestação foi para alertar a população por haver um número expressivo de pombos no entorno do prédio escolar, colocando em risco a saúde dos alunos. Acompanhada do médico veterinário Roberto Brito, do Centro de Zoonoses do Município de Belém, ela fala que se atualmente há uma grande quantidade dessa ave na área, é porque tem gente que está alimentando e abrigando os animais. Para oferecer segurança aos estudantes, a administradora da escola informa que mandou colocar telas nas salas de aula.

"São dois critérios básicos que impedem os pombos se instalarem em áreas urbanas: um é não dar alimentos e o outro é não oferecer abrigo a eles", explica o veterinário. Ele conta que além dos prejuízos à saúde, ainda têm os transtornos que eles podem gerar, como entupimento de calhas, por causa de suas fezes. "Além disso, ainda tem o incômodo com o arrulho, que é o barulho emitido pelo animal", completa.


Chuva danifica colégio centenário

Com 109 anos de existência, escola estadual José Veríssimo, no bairro de Batista Campos, enfrenta problemas de alagamento em uma das suas 14 salas de aula e infiltração em várias delas. A sala de número 13, que fica no quarto andar, está completamente alagada depois da forte chuva - acompanhada de ventania - que caiu em Belém na última quinta-feira, 6, quando seis telhas em brasilit foram afastadas do teto da escola, abrindo grande buraco.

Com isso, cerca de 35 dos 900 alunos da escola precisaram ser remanejados para uma outra sala de aula, para não terem maiores prejuízos. Ivan Pereira, 16 anos, aluno da 8ª série, é um dos que estuda na sala que está interditada. Para ele, a situação é ruim. "Agora precisamos subir e descer escadas para assistir aulas em diferentes salas. Considero isso uma situação precária e a escola não tem somente esse problema, pois sempre há falta de energia e o professor precisa liberar a turma mais cedo. Ventiladores também estão quebrados, enfim... Isso chega até a me desestimular a vir para a escola".

A diretora da instituição, Kátia Natali, afirma ter um "dossiê" de ofícios enviados à Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) solicitando melhorias para a escola, mas ainda não obteve a devida atenção. Ontem, engenheiros da rede física da Seduc estiveram na escola e, segundo a diretora, ficaram de tomar providências quanto ao telhado ainda nesta semana.